Plano de saúde para bebês: Como funciona?

Sabia que recém-nascido não precisa cumprir carência quando a família contrata um plano de saúde só dele? No primeiro mês de vida, a criança tem direito ao benefício automaticamente. Mas muita gente ainda não entende direito como funciona o plano de saúde para bebês.

Ok, as expectativas em torno no novo integrante começam cedo. Basta o teste de gravidez dar positivo e pronto! Uma mistura de alegria e dúvidas passa a fazer parte da rotina dos futuros papais. E logo surge a pergunta: é necessário fazer um plano de saúde para o bebê?

É natural tanta apreensão, pois as crianças precisam de mais cuidados médicos nesta fase.

Na realidade, não existe uma modalidade como título “Plano de Saúde para Bebê”. O que acontece na prática é que os pequenos podem ser titulares de um plano tradicional. Não existe um plano exclusivo para eles, como no caso dos aposentados.

Plano de saúde para bebês: Como funciona?

O plano de saúde para bebê nada mais é do que a primeira faixa etária convênios, na qual são baseados os valores a serem pagos. Ela vai de 0 a 18 anos.

Outra opção seria incluir o bebê nos planos dos pais. Por exemplo: se a futura mamãe já tem um seguro-saúde, basta verificar no contrato como são conduzidas as questões ligadas à obstetrícia.

O recém-nascido tem cobertura do plano da mãe por 30 dias. Neste período, os pais precisam incluir o novo bebê como dependente. Se a data for ultrapassada, a criança precisará cumprir carência de 6 meses para ser atendida pelo convênio.

Outra possibilidade é incluir o neném no plano de saúde de seus avós. Com um detalhe: se o convênio for empresarial, é necessário conferir a disponibilidade deste recurso no contrato entre empresa e operadora.

Mas, no geral, um plano de saúde exclusivo para filho representa mais economia e tranquilidade.

Quem não está vinculado a nenhum contrato de saúde, pode adquirir um plano para a criança, que entra na categoria individual. É só procurar um corretor para conferir as propostas das operadoras.

É interessante lembrar que as regras também valem para os filhos adotivos – incluindo o prazo de 30 dias, que começa a valer a partir da oficialização da adoção.

Plano de saúde da gestante: acompanhamento do pré e pós-parto

É possível garantir que o bebê receba todos os cuidados necessários durante a gravidez sem precisar ainda que ele tenha um plano individual. Afinal, a mãe passará por todo o pré-natal, no qual o desenvolvimento da criança e a existência de doenças são acompanhados.

O parto também é coberto pelo plano de saúde da mãe, desde que a paciente tenha a obstetrícia inclusa no contrato.

Outra vantagem é que, desde 2012, o convênio é obrigado a cobrir despesas do acompanhante no pré-parto, parto e pós-parto imediato. O que proporciona mais segurança e tranquilidade à mulher em um momento tão delicado e vulnerável de sua vida.

O plano de saúde materno estendido ao bebê ou, ainda, o plano individual em outro momento, certamente, é um auxílio e tanto ao bem-estar de mãe e filho durante todo o processo que é gerar uma criança, assim como o desenvolvimento dela fora do útero.

Com um plano desde recém-nascido, sem dúvida fica mais fácil o acompanhamento, uma vez que esperar meses por uma consulta no sistema público de saúde não é algo que atenda às necessidades de ninguém, muito menos de uma criança com poucos dias de vida.

Quanto aos preços, eles podem variar muito de uma operadora para outra e, também, em função da quantidade de procedimentos que abrange. Quanto mais básico for o plano de saúde para bebê, mais barato ele será.

Saúde, e até o próximo post!

    1. Heitor Paulo December 15, 2017

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